23 de maio de 2011

Aniversário @Pr_Tel

Dia 21 foi o aniversário do pastor Tel. Fizemos um flashmob no culto de ontem. Até que deu certo.



Segue o poema feito pela para o pastor.


Revo Leader

16 de maio de 2011

O SALMO DE WILLIAM

Através do vento e da chuva
Através do fogo e da lava
O Senhor nunca o abandonará.
Através de terremotos e enchentes
Através de aumentos no nível do mar e cinzas queimando
O Senhor nunca o abandonará.
Se você O amar, Ele o abençoará
E Ele lhe dará muitas coisas.

Quem pode para o Senhor?
Quem pode alcançar uma chita pelas planícies da África?
O Senhor, Ele pode.
Quem pode ficar no Monte Everest?
Quem pode enfrentar um rinoceronte?
O Senhor.
O Senhor pode lhe dar ovelhas e bodes e vacas e patos e galinhas e cachorros e gatos.
O Senhor pode lhe dar qualquer coisa que Ele queira.

Quem pode parar o Senhor?
Quem pode enfrentar um elefante?
Quem é corajoso o bastante para enfrentar um leão?
O Senhor.
Quem é rápido como um cavalo?
Quem pode capturar uma baleia azul?
Quem é corajoso o bastante para enfrentar uma lula gigante?
O Senhor.
Assim como Jesus morreu na cruz,
O Senhor também o fez.
O Senhor nunca deixará seu povo.
A Bíblia é a Palavra dele.
O Senhor é um bom líder.
O Senhor que ama você.
E Ele não abandonará seu povo.
Fim.

William Fariss



Ele é filho de tradutores pioneiros da Bíblia na África ocidental. Sua família morava numa casa com telhado de latão coberto com uma camada de palha. Um dia, quando ele tinha sete anos de idade, o vento levou faíscas de um fogo até este telhado, que com a ajuda do ar seco e sol quente, queimou a casa inteira, sobrando somente cinzas e tijolos carbonizados. Durante o incêndio, sua mãe o ouviu orando. Ela notou que suas palavras eram como um salmo. Depois de uns dias, ela pediu para que ele repetisse. Então ele escreveu o salmo acima.

Revo Leader

15 de maio de 2011

Metáfora sobre o engano, por acaso!

Esta palavra da bispa Gisela é baseada nos dois tweets que usei ontem para começar o Arena. Vale a pena ver e ouvir!





Post original no blog da bispa Gisela

Revo Leader

PRIMEIROS SOCORROS

10 PASSOS DE PRIMEIROS SOCORROS DA FÉ



  1. Pode parecer que não, mas a Igreja é de Cristo, por isso, olhe para Ele e siga seus ensinamentos. Principalmente aqueles de dar a outra face, já esbofeteada e vermelha.
  2. Pague o mal recebido com o bem. Dói na alma, mas é bíblico!
  3. Perdoe até 70 X 7, o mesmo irmão querido!
  4. Não julgue os vegans, que só comem legumes.  
  5. Entenda que: Todo homem é mortal. Pastor é homem. Pastor é mortal, quanto mais a mulher dele e as irmãzinhas.
  6. Você é pecador, tanto quanto, qualquer outro pecador, da sua igreja, a não ser aquele que abusou da mulher do seu próprio pai, misericórdia! Este passou da média dos pecados comuns. Seja santo como Deus é santo!
  7. Compare-se com quem está pior na vida e seja agradecido, pois você sabe que tudo pode piorar. Quem está em pé cuide que não caia!
  8. Inspire-se em quem está servindo a Deus de todo coração, pois somos imitadores por natureza!
  9. Desvie-se do maus obreiros, este passo é mais difícil, mas os que confiam no Senhor não serão enganados.
  10. "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo." Lucas 10:27

Você pode ler este post na íntegra no blog da Bispa Gisela

Revo Leader

11 de maio de 2011

História de um ateu

Por Max Lucado

"A fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo." (Rm 10.17). Então a escute.

Jack escutou.

Começamos com a história de um ateu. Podemos concluir com o relato de outro? Jack assumiu a primeira metade de sua vida com um incidente que aconteceu em sua adolescência. Ele chegou à Oxford University em Oxford, Inglaterra, antevendo seu primeiro lampejo do "grupo fabuloso de vértices e torres". No entanto, enquanto andava, não viu nenhum sinal dos grandes campi. Só quando se virou que perceber que na verdade estava se afastando das escolas, andando na direção errada. Mais de trinta anos depois ele escreveu: “Não percebi até que ponto essa pequena aventura era uma alegoria de toda a minha vida.”

Ele era um militante ateu, devotado a sua determinação de que Deus não existia, pois nenhum Deus poderia suportar o desastre que chamamos de existência humana. Ele resumiu a sua visão de mundo com um verso de Lucrécio:

Se Deus tivesse projetado o mundo, não seria
Um mundo tão frágil e imperfeito como o vemos.

Dispensando Deus, ele virou sua atenção à academia, se destacando em cada campus que estudava. Rapidamente os membros graduados de Oxford o tomaram como um colega respeitado e ele começou a ensinar e a escrever. Entretanto, não muito debaixo da superfície, suas dúvidas estacam cobrando o seu preço. Ele descreveu seu estado mental com palavras como terrorismo objeto, aflição e falta de esperança. Ele era zangado e pessimista, preso em um furacão de contradições. “Eu sustentava que Deus não existia. Eu também estava com raiva de Deus por ele não existir.” Jack teria concordado com a avaliação de Woody Allen da vida: que todos os trens vão para o mesmo lugar... para o lixo. Ele poderia ter passado os seus dias andando na direção da escuridão, exceto por dois fatores.

Alguns de seus amigos mais próximos, também graduados em Oxford, rejeitaram sua visão materialista e passaram a seguir a Deus e a buscar a Cristo. Primeiro ele pensou que a conversão deles não fazia sentido e não tinha medo de ser “arrastado”. Então ele conheceu outros professores que admirava, professores de gabarito como J. R. R. Tolkien e H. V. V. Dyson. Ambos criam devotadamente e insistiram para que Jack fizesse uma coisa que, surpreendentemente, ele nunca tinha feito. Ler a Bíblia. E ele o fez.

Enquanto lia o Novo Testamento, ele ficou admirado com sua figura principal: Jesus Cristo. Jack tinha dispensado Jesus como filósofo hebreu, um grande mestre moral. Mas, enquanto lia, Jack começou a lutar com as alegações que essa pessoa fazia: se chamar de Deus e oferecer perdoar as pessoas por seus pecados. Jesus, Jack concluiu, ou estava iludido, ou era enganoso, ou era exatamente quem alegava ser, o Filho de Deus.

Na noite de 19 de setembro de 1931, Jack e seus dois colegas, Tolkien e Dyson, fizeram uma caminhada pelas árvores e trilhas do campus de Oxford – uma caminhada a Emaús, por assim dizer. Pois, enquanto caminhavam, davam nova feição às alegações de Cristo e ao sentido da vida. conversavam até tarde da noite. Jack, C. S. “Jack” Lewis, mais tarde se lembraria de uma rajada de vento que fez as primeiras folhas caírem – uma brisa repentina, que possivelmente veio simbolizar, para ele, o Espírito Santo. Pouco depois daquela noite ele passou a crer. Ele “passou a saber o que realmente é a vida e o que teria sido perdido se ele não entendesse”. A mudança revolucionou seu mundo e, consequentemente, os mundos de milhões de leitores.

O que levou C. S. Lewis, um ateu talentoso, brilhante, linha dura, a seguir Cristo? Simples. Ele tocou o corpo de Cisto, seus seguidores, e, em sintonia com sua história, as Escrituras.

Pode ser simples assim? Pode o abismo entre a dúvida e a fé ser transposto com as Escrituras e a comunhão? Descubra por si mesmo. Da próxima vez que as sombras vierem, imerja-se nas histórias antigas de Moisés, nas preces de Davi, nos testemunhos dos evangelhos e nas epístolas de Paulo. Reúna-se com outras pessoas que buscam e faça caminhadas diárias a Emaús. E, se um gentil estranho se juntar a vocês no caminho com sábios ensinamentos... considere a possibilidade de convidá-lo para jantar.

Extraído de LUCADO, Max - Sem medo de viver: redescobrindo uma vida de tranquilidade e paz interior; tradução de Bárbara Coutinho e Leonardo Barroso - Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2009. Pág: 133-135

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

1 de maio de 2011

Por C. S. Lewis


A fé [...] é a arte de se apegar a coisas que sua razão já aceitou, apesar de suas mudanças de humor. Pois os humores vão mudar, qualquer que seja o ponto de vista que sua razão adote. Eu sei por experiência própria. Agora  que sou cristão tenho humores em que tudo parece muito improvável: mas quando eu era ateu, eu tinha humores em que o Cristianismo parecia terrivelmente provável. [...] É por isso que a Fé é uma virtude tão necessária: a menos que você ensine aos seus humores "onde eles devem descer", você nunca pode ser totalmente cristão ou totalmente ateu, mas apenas uma criatura correndo de um lado para o outro, com suas crenças realmente dependendo do clima e do estado de sua digestão.

Extraído de C. S. Lewis. Cristianismo puro e simples. São Paulo: Martins Fontes, 2006

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

28 de abril de 2011

BISPO GIFT



VOCÊ NÃO PODE PERDER!


Quarta-feira (11) e quinta-feira (12), às 20h, o bispo Gift, da Nigéria, estará conosco na Sara Nossa Terra, para o encerramento da campanha "21 dias para transformar sua vida".

Avenida Arquiteto Nildo Ribeiro da Rocha, 1603
Informações: (44) 3034-7218

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

25 de abril de 2011

Apresentação de Páscoa

Apresentação de Páscoa feita pelo Grupo de Dança da SNTMaringá.



Wellington L. Zaguine
Revo Leader

A primeira troca de pneu do @thalesinhorini



Tem coisas que você só vê se ficar pra fechar a Igreja depois do culto.

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

5 de abril de 2011

21 DIAS PARA TRANSFORMAR SUA VIDA


Não fique de fora desta campanha.
Adesive seu carro na churrascaria Fim da Picada.
Maiores informações aqui.

2 de abril de 2011

ARENA Eu+1


Não vale ir sozinho, leve mais um amigo com você neste Arena.
Dia 16.04.2011, às 19h!
Nos vemos lá!

1 de abril de 2011

Sobre Pedro, sobre cristianismo

Sonny Sandoval, vocalista do P.O.D., falando sobre Pedro.



Wellington L. Zaguine
Revo Leader

30 de março de 2011

Revo Black


Esta é a Revo Black, a proposta para a próxima camiseta do Revolution. 
Deixem comentários com opiniões.


Deus é amor

I Coríntios 13
"1Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. 3E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
4O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, 5não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; 6não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; 7tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; 9porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. 10Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. 11Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. 12Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. 13Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor."

Em 1 João 4.8
"Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor."

Deus = amor, logo, podemos substituir, em I Coríntios 13, a palavra amor por Deus.

"1Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver Deus, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver Deus, nada serei. 3E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver Deus, nada disso me aproveitará.
Deus é paciente, é benigno; Deus não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, 5não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; 6não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; 7tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 Deus jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; 9porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. 10Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. 11Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. 12Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido. 13Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o Deus, estes três; porém o maior destes é Deus."

Vi esta substituição numa pregação da Dawn Michele, vocalista da Fireflight. Você pode conferir aqui.


Wellington L. Zaguine
Revo Leader

23 de março de 2011

ALEATÓRIO

Todos, ou a maioria de nós, temos esse sonho de ser rico, ganhar uma nota por mês e tudo mais. Eu tenho esse sonho, eu pensava assim. Até meu 3o ano de faculdade eu tinha tudo planejado: ia me formar, trampar numa multinacional, ganhar horrores, viver pro trabalho e chegar em casa à noite e tudo perfeito, mulher cheirosinha em casa me esperando, janta na mesa, filhos bem educados com as lições de casa feitas, empregados me servindo, 3 carros na garagem, piscina pra eu poder relaxar, essas coisas que todos sonhamos.

Um dia, no meio da aula, tive um estalo. A maioria dos meus professores, por menos que isso, não tinham uma vida em família. Viviam dentro daquela UEM, manhã e tarde com projetos e pesquisas e à noite dando aula. E eu comecei a me questionar: Pra quê? O que vai adiantar eu me matar de trabalhar e ter uma família desestruturada, filhos com valores invertidos, que vivem de troca, que só pensem no material, ter uma mulher superficial, que eu consiga comprá-la com um brilhante ou um carro novo. Foi nesse período que eu decidi o que eu queria pra minha vida. Nada na vida poderia ser mais importante do que a qualidade da minha vida. O dinheiro ajuda no conforto, não na qualidade. Eu vi que precisava ter uma mulher companheira, que caminhasse junto comigo, que sonhasse junto comigo, preciso ter filhos que estejam preparados sim, mas não se baseiem em trocas, mas que sejam humanos, pensadores e que tenham valores. Mesmo se eu fosse o Bill Gates meu filho não teria um Camaro com 18 anos. Estou vivendo aquilo que o SER é bem maior que o TER. 

Decidi viver. Com outro foco, com outro pensamento. Percebi que se eu não sou feliz no caminho para o objetivo, eu não serei feliz quando alcançá-lo. Decidi casar, mesmo estando no 4o ano da faculdade e muitos me achando um louco. Decidi viver a minha vida, sair do casulo que era a casa dos meus pais, onde eu não me preocupava com contas, nem com o que iria comer. O armário e a geladeira parecia que produziam os alimentos, pois eu nunca precisei ir ao mercado fazer uma compra. Minhas roupas simplesmente apareciam limpas, passadas e dobradas na minha gaveta. Era magnífico. Eu tinha o meu quarto, o meu reino, onde eu tinha um computador, uma TV e fórmulas de termodinâmica coladas na parede. E sempre fui louco para sair desse "reino", sempre quis morar sozinho, desde os meus 12 anos de idade. E consegui, morei por ~9 meses sozinho, antes de casar, mas nos finais de semana estava na casa dos meus pais. Vi que ser ïndependente" (coisa que nunca seremos, na totalidade, pois sempre dependemos de alguém) custava muito e trazia muita responsabilidade. Quando morava com meus pais eu tinha tempo livre, tempo de ficar sem fazer nada, mesmo sempre parecendo que eu não tinha tempo. Hoje eu vejo como eu tinha tempo e amanhã verei como eu tenho tempo hoje, mesmo parecendo que não tenho o suficiente. 

Mas esta é a minha história, foi o que eu decidi viver. E não me arrependo de nada do que fiz, creio que tudo ocorreu no tempo certo e que Deus sempre esteve comigo, como ainda está. A vida não é engessada, não tem como fazermos planos inflexíveis, nossa vida tem que ser flexível. Temos que saber quando avançar e quando recuar, quando agir e quando observar, temos que ter esse feeling. O barato da vida é isso, é viver quando tudo está bem e quando tudo está mal. ESTAR é diferente de SER. ESTAR é um momento. E a nossa vida é feita de momentos. E devemos aproveitá-los, desfrutá-los e aprendermos com eles. Isto traz crescimento como pessoa e é isso que eu busco. Tenho por base três coisas: princípios corretos, disposição e obediência.

Isto são fatos ocorridos comigo, não na ordem cronológica, necessariamente. Isto é referente à minha vida. Não estou colocando como certas ou erradas as decisões que tomei. Simplesmente tomei. 

Wellington L. Zaguine
Revolution Leader






[Atualizado]
Um vídeo que vi agora a tarde que tem alguma coisa a ver com que o que eu escrevi hoje.

15 de março de 2011

7 de março de 2011

VONTADE

Eu trabalho na secretaria de uma escola pública. E este ano, nesta escola, foi implantado turmas de 5ª à 8ª série no período da tarde, então nosso horário de saída foi das 17h15 para 17h40. E isso nos causou um pequeno problema. O ônibus passa no ponto próximo à escola às 17h35, praticamente vazio. Como nossos alunos saem às 17h40, impossível eles pegarem este ônibus. E o próximo ônibus passa às 18h20, lotado. Nossos alunos que ficaram 40 minutos esperando o transporte não conseguem pegar este ônibus porque ele não para, pelo fato de estar cheio. O que pensamos? Vamos solicitar à Secretaria de Transportes (SETRAN) a mudança de horário do ônibus que passa às 17h35 que saísse do terminal 10 minutos depois do horário atual, assim ele passaria 10 minutos depois no nosso ponto, pegaria nossos alunos e daria tudo certo, fácil assim. Isso em nossas cabeças. A resposta foi: iremos verificar o que é possível fazer, pois alterar o horário de saída de uma linha implica no horário de todas as outras. E eles não conseguiram mudar este horário para nós.

Analisando este fato, eu fiquei imaginando como deve ser para Deus quando recebe nossas orações e petições. Se para resolver a questão de uma rede de transporte público, numa cidade do porte de Maringá, que convenhamos, é pequena, imagine como é resolver as diversas redes de diversos setores de cada uma das 6 bilhões de vidas que existem nesse mundo? É muita coisa. Humanamente impossível de compreender. E também é muita coisa para se deixar a cargo da coincidência.

Deus sabe de todas as coisas. Por isso Ele quase sempre não nos responde exatamente quando queremos, mas sim quando precisamos. Deus não é nosso empregado, aquele que damos uma ordem, um comando e Ele fará. Deus não funciona como mágica, que se falarmos as palavras certas, na ordem certa, Ele irá nos obedecer. Quem pensa assim, não conhece o que é viver debaixo da vontade de Deus. Ele é soberano, poderoso, Rei dos reis, Senhor dos senhores. Eu não sou senhor de ninguém aqui na terra, quem sou eu para pensar que sou senhor do Senhor dos senhores? Quem sou eu?

Quando Deus recebe nossas orações, Ele vai ter que analisá-la e ver como irá atendê-la, sem tirar o equilíbrio em que vivemos, assim como o pessoal da SETRAN faz com as linhas de ônibus, respeitando as escalas, é claro. Sim, existe um equilíbrio no mundo, mesmo ele sendo injusto. É assim que ele é sustentado. Muitos querem um mundo perfeito, mas este só teremos quando sairmos deste mundo, quando formos para a vida eterna.

Se Deus dissesse sim para todas as orações, iria acontecer como no filme “Todo Poderoso”, quando Jim Carey cria um botão de sim para todas as orações. Com isso ele criou o caos na cidade em que ele vivia. A população se revoltou, pois todos acertaram a loteria e houve suspeita de fraude. Imagine se Deus respondesse sim para tudo que queremos. Seríamos, no mínimo, iguais àquelas crianças birrentas, mimadas e manhosas, que pensam que tudo que existe é delas. 

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

19 de fevereiro de 2011

SOMOS UM MARINGÁ

DE NADA ADIANTA SERMOS MUITOS SE NÃO SOMOS UM


Inscrições abertas


Chegou o carnaval. Ao invés de cair na pista, vamos celebrar o nosso Senhor! 


Durante o feriado prolongado seguiremos com a Conferência SOMOS UM
5.3.11 - Arena | 19h
6.3.11 - Culto da Família | 19h
7 e 8.3.11 - ACAMPAMENTO


Nosso acampamento será na chácara Beija-Flor
Você deverá levar suas coisas, como roupa (pessoal, banho e cama), barraca, e material de uso pessoal (se quiser)
O custo é de R$ 20,00 com direito a janta da segunda e almoço na terça.
Guloseimas são por sua conta.


Qualquer dúvida procurar algum líder.
Maiores informações: (44) 3034-7218


Como chegar?



Use o mapa para ver a rota. Essa chácara fica um pouco pra frente das PUC. 

Linhas urbanas:
TCCC - 254M Jardim Monte Rey
TCCC - 734     Parque das Laranjeiras
TCCC - 735     Jardim Rebouças

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

18 de fevereiro de 2011

RECADO DO RESGATE



Até tiramos umas fotos com o pessoal...

Cortesia em lugar de competição

Por C. S. Lewis



Se a natureza fixa da matéria a impede de ser sempre e em todas as suas disposições igualmente agradável até mesmo para uma alma singela, é bem menos possível para a matéria do universo ser distribuída, em qualquer momento, de modo igualmente conveniente e prazerosa para cada membro de uma sociedade. Se um homem que esteja viajando em uma determinada direção tiver de descer um morro, uma pessoa que vier na direção oposta terá de subi-lo. Se até mesmo uma pedra fica onde quero que ela fique, ela não ficará, exceto por coincidência, onde você quer que ela fique. E isso está muito longe de ser um mal; pelo contrário, gera oportunidade para todos aqueles atos de cortesia, respeito e esvaziamento de si, pelos quais se expressam o amor, o bom humor e a modéstia. Porém, isso certamente deixa o caminho aberto para o grande mal da competição e da hostilidade. E, se as almas são livres, elas não podem deixar de lidar com o problema por meio da competição em lugar da cortesia. Uma vez que elas tenham avançado para a verdadeira hostilidade, poderão então explorar a natureza fixa da matéria para se machucarem mutuamente. A natureza permanente da madeira, que nos permite usá-la como um anteparo, também nos permite usá-la para bater na cabeça do nosso vizinho. A natureza permanente da matéria significa, de uma maneira geral, que, quando os seres humanos lutam entre si, a vitória costuma ser daqueles que possuem armas, habilidades e que estão em número superior, mesmo se a causa deles for injusta.
– de The Problem of Pain [O Problema do Sofrimento]


Retirada de Um Ano com C. S. Lewis (Editora Ultimato, 2009)

****

Vi no blog do Ed René Kivitz

Wellington L. Zaguine
Revo Leader

Evangélicos Amargos de 20 e poucos anos

Vi este artigo no blog Usina21 e achei interessante compartilhar com vocês.

Wellington L. Zaguine
Revo Leader
****


O artigo abaixo foi escrito por Anthony Bradley na revista online WorldMag e diz respeito a um fenômeno que está sendo observado nos Estados Unidos da América. Decidi traduzi-lo para publicação em meu blog, pois creio que precisamos ficar atentos para este fenômeno, tendo em vista que já vislumbro sinais do mesmo em terras brasilis.

****
É impressão minha ou parece que muitos jovens criados em comunidades evangélicas de classe média se tornam pessoas amarguradas em seus vinte e poucos anos? Recentemente tenho lido postagens em blogs e artigos escritos por jovens de vinte e poucos anos criados no evangelicalismo suburbano que parecem comprometidos a fazer uma coisa: atacar a própria comunidade onde cresceram e fazer isso de forma amargurada. Eu os chamo de “os Amargos”.

O modo como os Amargos se comunicam se encaixa na tese por Ronald Inglehart do início dos anos 1970 sobre jovens pós-materialistas. Inglehart escreveu que quando crianças crescem com abundância, como muitos jovens evangélicos suburbanos, ao alcançarem a maioridade, elas se preocupam mais com “auto-expressão” do que com trabalho duro e sobrevivência – as preocupações daqueles que crescem em meio a dificuldades e escassez.

Acrescente-se a isto o que Bill Bishop escreveu em The Big Sort: Why the Clustering of Like-Minded America Is Tearing Us Apart, que filhos da abundância tornam-se pós-materialistas jovens adultos que perdem o interesse em religião organizada e passam a ser cada vez mais focados em espiritualidade pessoal. O crescimento econômico e a segurança militar diminuem em importância política e são substituídos por assuntos como liberdade pessoal, direitos de aborto, justiça social e o meio ambiente. Estes jovens adultos são menos propensos a obedecer uma autoridade central e perdem a confiança em instituições hierárquicas. Finalmente, eles fomentam ressentimento pelas grandes organizações que criaram a sociedade industrial moderna norte-americana: grandes negócios, denominações tradicionais de igrejas, estruturas familiares tradicionais e assim por diante.

Os Amargos, que tendem a gravitar em direção a cultura cristã da moda, estão numa missão para expor a “conspiração conservadora” onde quer que a encontrem (ou inventem) sob a desculpa da “crítica saudável”. Os Amargos definem-se a si mesmos pelo que eles não são. Se seus pais forem Republicanos, eles se tornam Democratas obstinados. Se seus pais estão numa igreja conservadora, os Amargos buscam uma igreja mais liberal. Os Amargos escolhem “a esquerda” porque não é “de direita”. Não há pecado maior para os Amargos do que soar como se você fosse “conservador”.

Definir a identidade de alguém em termos de “não ser igual a eles” parece covardia. O anseio pela auto expressão que Inglehart discutiu em sua tese pode ser um anseio por ser ouvido e afirmado, uma vez que muitos filhos da classe média são ignorados em casa onde a participação significativa na vida familiar é comunicada como sendo opcional. Os Amargos geralmente sentem-se profundamente insignificantes, como se não tivessem importância. Eles provavelmente não eram “da hora” na escola. Suplicando por afirmação, os Amargos desejam que alguém preste atenção neles – finalmente. O modo mais fácil de ganhar atenção é protestando contra as coisas queridas dos mais velhos. “Você está me notando agora, não está?”, os Amargos declaram. A grande ironia é que os Amargos ainda desejam conexão as comunidades conservadoras que deixaram. Se você realmente “largou” algo, você não desperdiça tempo atacando aquilo; você apenas o ignora e deixa pra lá.

Posso estar errado sobre os Amargos. Espero que sim. Mas o que eu vejo é um grupo de vinte e poucos anos gastando seu tempo com uma busca que nunca irá dar-lhes a revolução prometida. Você é o que é, não aquilo contra o qual você se coloca.

(a versão original em inglês e os comentários encontra-se aqui)

17 de fevereiro de 2011

REVISÃO DE VIDA

REVISÃO DE VIDA


Dias 11, 12 e 13 de março.

Quer encontrar o rumo para sua vida? Então você não pode perder. 
Faça sua inscrição com qualquer líder na Sara Nossa Terra.

Maiores informações: 3034-7218

Wellington L. Zaguine
Revo Leader